Eu gosto tanto de viajar que fiz disso minha profissão. Meu trabalho era organizar a viagem, pilhar um monte de gente pra ir junto, passear e depois fazer com que todo mundo soubesse como foi e escrevessem sobre isso. Colocando assim em uma frase só parece bem legal, né?
Daí eu tive filhos e não tive mais coragem de entrar em um avião sozinha...
E como eu sempre estou planejando a próxima viagem, foi numa dessas buscas que eu encontrei um site muito legal, organizado pela Sut-Mie, com relatos de famílias viajantes compartilhando dicas de viagens, perrengues e muitas descobertas bacanas junto com as crianças.
E porque a gente é bacana também, ó nossa viagem de Fortaleza aqui: Viajando com Pimpolhos.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
O parto - parte 2
Me colocaram "de castigo" em uma das salas de pré-parto. Deitei na cama, colocaram o aparelho de cardiotoco na minha barriga para monitorar os batimentos do bebê, me disseram para não me mover muito porque senão perdiam o monitoramento do coraçãozinho e fecharam a porta.
Outra enfermeira veio, me furou o braço e jurou que ali só tinha soro. Ã-hã... Ela errou o furo. Doeu muito. Furou de novo. Mas eu estava tão feliz!
E fiquei lá pelas próximas três horas curtindo as dores do trabalho de parto. Nesse tempo, as poucas vezes que as enfermeiras vieram eram pra checar se eu já tinha desistido do parto normal. Quando elas iam verificar a dilatação do colo, viam a minha cicatriz e falavam: Ih! Você já tem um cesárea aí! Tem certeza que você quer continuar tentando o parto normal, mãezinha?
Eu perguntava pelo médico e elas diziam que não sabiam que horas que ele ia chegar. Nenhuma palavra de apoio. Nenhuma dica para aliviar a dor. E o marido alternava entre trocar os canais da tv, tirar um cochilo e segurar minha mão. E eu comecei a perder a esportiva. Essa última hora foi a mais difícil.
Pouco antes das 5 da manhã o médico finalmente chegou. Examinou, viu que tinha dilatação suficiente e falou que a gente estava indo para a sala de parto. Meu corpo todo começou a tremer como eu nunca tinha sentido. Era um misto de "puta-que-pariu-agora-fudeu" e "porque eu fui ficar grávida DE NOVO? Agora só tem um jeito, vai ter que sair, né?" (sentimentos que vieram à tona do mesmo jeito antes do meu primeiro parto também).
Estava apreensiva por ter conhecido o médico naquela hora, mas o meu foco maior era no parto que eu queria ter (e estava tendo que lutar por ele), portanto não tive muitas forças para ficar elocubrando quem era o cara. Sorte que ele era ótimo e muito bem humorado! Ao contrário das enfermeiras do centro obstétrico, me senti segura com a equipe médica.
E que milagre da ciência essa anestesia! Depois delas as coisas ficam mais claras. E na hora da expulsão o médico falou: Agora você começa a fazer força que nem as mulheres que a gente vê no Discovery Channel!" Não deu, né? Caí na risada! E quando voltei a me concentrar de novo, foi rápido.
Lia veio ao mundo de parto normal às 5h30 do dia 17 de novembro de 2007, pesando 2,860kg. e medindo 47,5cm.
Depois de limpa, a enfermeira trouxe minha bebezinha para eu ver. Perguntei quando poderia amamentá-la e ela disse que depois que ela subisse ao quarto, dentro de umas 4 horas. Fiquei indignada. E diante tamanha indignação, ela enfiou a boca da menina no meu peito para ela dar algumas sugadas e olhou pra mim com uma cara de "satisfeita, agora?".
Fiquei (ainda mais) decepcionada de não poder começar a amamentar a Lia do jeito que tinha acontecido com a Stella (No Einstein, assim que o médico libera, a mãe é instalada na sala de pós parto e passa uns 40 minutos com seu bebezinho para poder amamentar e se conhecerem melhor).
O saldo é que tive um bebê saudável e um parto sem complicações mas fiquei extremamente decepcionada (para não dizer revoltada) com o serviço que me foi prestado nessa maternidade "estrelada".
O curioso é que me lembro muito bem do dia em que fui fazer a visita para conhecer a Maternidade São Luiz e perguntei para a mocinha qual era a taxa de cesáreas. Ela me disse que não tinha esse dado. Achei absurdo, mas sabia nem 10% do total de partos eram normais (ou naturais). Daí as coisas começaram a fazer sentido. A propaganda bonita dizendo que o que importava para eles era a humanização, era uma grande balela.
A primeira parte deste relato está neste link.
Outra enfermeira veio, me furou o braço e jurou que ali só tinha soro. Ã-hã... Ela errou o furo. Doeu muito. Furou de novo. Mas eu estava tão feliz!
E fiquei lá pelas próximas três horas curtindo as dores do trabalho de parto. Nesse tempo, as poucas vezes que as enfermeiras vieram eram pra checar se eu já tinha desistido do parto normal. Quando elas iam verificar a dilatação do colo, viam a minha cicatriz e falavam: Ih! Você já tem um cesárea aí! Tem certeza que você quer continuar tentando o parto normal, mãezinha?
Eu perguntava pelo médico e elas diziam que não sabiam que horas que ele ia chegar. Nenhuma palavra de apoio. Nenhuma dica para aliviar a dor. E o marido alternava entre trocar os canais da tv, tirar um cochilo e segurar minha mão. E eu comecei a perder a esportiva. Essa última hora foi a mais difícil.
Pouco antes das 5 da manhã o médico finalmente chegou. Examinou, viu que tinha dilatação suficiente e falou que a gente estava indo para a sala de parto. Meu corpo todo começou a tremer como eu nunca tinha sentido. Era um misto de "puta-que-pariu-agora-fudeu" e "porque eu fui ficar grávida DE NOVO? Agora só tem um jeito, vai ter que sair, né?" (sentimentos que vieram à tona do mesmo jeito antes do meu primeiro parto também).
Estava apreensiva por ter conhecido o médico naquela hora, mas o meu foco maior era no parto que eu queria ter (e estava tendo que lutar por ele), portanto não tive muitas forças para ficar elocubrando quem era o cara. Sorte que ele era ótimo e muito bem humorado! Ao contrário das enfermeiras do centro obstétrico, me senti segura com a equipe médica.
E que milagre da ciência essa anestesia! Depois delas as coisas ficam mais claras. E na hora da expulsão o médico falou: Agora você começa a fazer força que nem as mulheres que a gente vê no Discovery Channel!" Não deu, né? Caí na risada! E quando voltei a me concentrar de novo, foi rápido.
Lia veio ao mundo de parto normal às 5h30 do dia 17 de novembro de 2007, pesando 2,860kg. e medindo 47,5cm.
Depois de limpa, a enfermeira trouxe minha bebezinha para eu ver. Perguntei quando poderia amamentá-la e ela disse que depois que ela subisse ao quarto, dentro de umas 4 horas. Fiquei indignada. E diante tamanha indignação, ela enfiou a boca da menina no meu peito para ela dar algumas sugadas e olhou pra mim com uma cara de "satisfeita, agora?".
Fiquei (ainda mais) decepcionada de não poder começar a amamentar a Lia do jeito que tinha acontecido com a Stella (No Einstein, assim que o médico libera, a mãe é instalada na sala de pós parto e passa uns 40 minutos com seu bebezinho para poder amamentar e se conhecerem melhor).
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| Exausta, mas muito feliz com as minhas meninas. |
O saldo é que tive um bebê saudável e um parto sem complicações mas fiquei extremamente decepcionada (para não dizer revoltada) com o serviço que me foi prestado nessa maternidade "estrelada".
O curioso é que me lembro muito bem do dia em que fui fazer a visita para conhecer a Maternidade São Luiz e perguntei para a mocinha qual era a taxa de cesáreas. Ela me disse que não tinha esse dado. Achei absurdo, mas sabia nem 10% do total de partos eram normais (ou naturais). Daí as coisas começaram a fazer sentido. A propaganda bonita dizendo que o que importava para eles era a humanização, era uma grande balela.
A primeira parte deste relato está neste link.
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
O parto - parte I
15 de novembro de 2007. Feriadão. Eu de barrigão. 37 semanas, pra ser exata. E bem cansadona.
Comecei sentindo umas cólicas. Sei lá. Esperei um dia e nada das cólicas passarem. Liguei pra médica no dia seguinte, ela mandou tomar Buscopan. Tomei e fomos pro shopping para comprar o presente de Natal da Stella. Só pra já garantir. No final do dia, já em casa, fui ao banheiro e quando sentei vi que eu estava sangrando. Pânico. Liguei para a médica e ela manda ir pra maternidade. Ela estava viajando e não ia dar tempo de voltar. Deixei a Stella na casa de uma tia minha e o Alex e eu fomos. Eu estava muito nervosa. Muitas coisas se passaram pela minha cabeça.
Chegando lá a enfermeira me examinou e esclareceu: eu estava com contrações, quase 2 dedos de dilatação e o sangramento se devia a uma bela encaixada que o bebê tinha dado durante uma das contrações. Me suprpreendi porque tinha feito o exame de toque três dias antes e o bebê não tinha nem descido ainda. Ela me mandou embora e disse: Te vejo na madrugada. Pensei comigo: moça, esse bebê não nasce agora não. Faltam duas semanas. Fui embora pra casa, mais aliviada porque o bebê estava bem. Tomei meu banho e terminei a mala. Liguei para os meus pais, avisando que talvez eles tivessem que vir pra SP ficar com a Stella porque o nenê poderia nascer nos próximos dias. Mas até eles ficaram na dúvida se era pra valer ou não.
Daí elas começaram a vir. As contrações. Doloridas. Eram 9 horas da noite. E com intervalos imprevisíveis (assim como o bebê que as estava provocando, como fui aprender com os anos depois). De 5 em 5 , de 7 em 7 minutos, mas tinham lá sua precisão. Esperei meus pais chegarem em casa com a Stella, fiquei um pouco com ela e nos arrumamos para dormir. Na minha cabeça, não ia sair de madrugada para a maternidade. Ia relaxar, lidar com as dores ritmadas e pela manhã a gente resolveria isso.
E as contrações foram apertando. Até que a 1:30am, com intervalos de 3 minutos entre as contrações eu avisei que não aguentava mais. Sabe aquelas cenas de filme que o marido sai dirigindo furando todos os faróis vermelhos enquanto a mulher fica respirando fundo e tendo contrações no carro? Aconteceu comigo.
Chegamos no São Luiz em 4 contrações. E tudo se encaminhando perfeitamente para um parto normal. Contrações ok. Dilatação ok. Bebê ok. Era só esperar a evolução. Só que a médica não vinha. Ficou na praia e mandou um colega. Nem o anestesista dela. Ia ser o do plantão mesmo. Mas tudo bem. Eu estava tão feliz que tudo estava dando certo para um parto normal que eu sonhava, mas nem cogitava (pois tinha feito uma cesárea dois anos antes) que eu tinha comigo que tudo ia ficar bem, só dependia de mim.
Mas como todo parto tem uma história, não foi bem assim. Porque não dependeu só de mim.
Só que eu tenho preguiça de post longo, então amanhã eu conto o resto. Mas posso adiantar que tem um final feliz!
A segunda parte está neste link.
Comecei sentindo umas cólicas. Sei lá. Esperei um dia e nada das cólicas passarem. Liguei pra médica no dia seguinte, ela mandou tomar Buscopan. Tomei e fomos pro shopping para comprar o presente de Natal da Stella. Só pra já garantir. No final do dia, já em casa, fui ao banheiro e quando sentei vi que eu estava sangrando. Pânico. Liguei para a médica e ela manda ir pra maternidade. Ela estava viajando e não ia dar tempo de voltar. Deixei a Stella na casa de uma tia minha e o Alex e eu fomos. Eu estava muito nervosa. Muitas coisas se passaram pela minha cabeça.
Chegando lá a enfermeira me examinou e esclareceu: eu estava com contrações, quase 2 dedos de dilatação e o sangramento se devia a uma bela encaixada que o bebê tinha dado durante uma das contrações. Me suprpreendi porque tinha feito o exame de toque três dias antes e o bebê não tinha nem descido ainda. Ela me mandou embora e disse: Te vejo na madrugada. Pensei comigo: moça, esse bebê não nasce agora não. Faltam duas semanas. Fui embora pra casa, mais aliviada porque o bebê estava bem. Tomei meu banho e terminei a mala. Liguei para os meus pais, avisando que talvez eles tivessem que vir pra SP ficar com a Stella porque o nenê poderia nascer nos próximos dias. Mas até eles ficaram na dúvida se era pra valer ou não.
Daí elas começaram a vir. As contrações. Doloridas. Eram 9 horas da noite. E com intervalos imprevisíveis (assim como o bebê que as estava provocando, como fui aprender com os anos depois). De 5 em 5 , de 7 em 7 minutos, mas tinham lá sua precisão. Esperei meus pais chegarem em casa com a Stella, fiquei um pouco com ela e nos arrumamos para dormir. Na minha cabeça, não ia sair de madrugada para a maternidade. Ia relaxar, lidar com as dores ritmadas e pela manhã a gente resolveria isso.
E as contrações foram apertando. Até que a 1:30am, com intervalos de 3 minutos entre as contrações eu avisei que não aguentava mais. Sabe aquelas cenas de filme que o marido sai dirigindo furando todos os faróis vermelhos enquanto a mulher fica respirando fundo e tendo contrações no carro? Aconteceu comigo.
Chegamos no São Luiz em 4 contrações. E tudo se encaminhando perfeitamente para um parto normal. Contrações ok. Dilatação ok. Bebê ok. Era só esperar a evolução. Só que a médica não vinha. Ficou na praia e mandou um colega. Nem o anestesista dela. Ia ser o do plantão mesmo. Mas tudo bem. Eu estava tão feliz que tudo estava dando certo para um parto normal que eu sonhava, mas nem cogitava (pois tinha feito uma cesárea dois anos antes) que eu tinha comigo que tudo ia ficar bem, só dependia de mim.
Mas como todo parto tem uma história, não foi bem assim. Porque não dependeu só de mim.
Só que eu tenho preguiça de post longo, então amanhã eu conto o resto. Mas posso adiantar que tem um final feliz!
A segunda parte está neste link.
sábado, 6 de novembro de 2010
Essa é a história da chupeta
Eu contei da carta que a Stella tinha feito pra fada da chupeta, né? Então...
Uns dez dias da tal da carta dormindo embaixo do travesseiro, uma bela manhã a Lia vem me acordar às 6 hs falando que não achava a chupeta na cama dela. Procura daqui, procura dali e nada de achar a única chupeta restante. E dormiu mais um pouquinho sem ela.
Mais tarde, na mesma manhã, continuamos as buscas, mas sem sucesso. E eu disse que a Fada não podia ter levado a chupeta embora porque:
1. a carta continuava embaixo do travesseiro
2. não tinha presente nenhum para a Lia
3. a Fada não leva a chupeta embora se a criança não combinar com ela antes.
Então devíamos continuar procurando. E a Lia:
- Ah! Mas eu falei pra ela que podia levar a chupeta! Eu combinei com ela!
- Mas você não falou nada pra gente que você tinha combinado com ela, Lia!
- Ah! Mas eu combinei com ela...
- Então ela levou mesmo! E pode esperar que amanhã ela vai trazer um presente pra você! Que legal que você combinou isso com ela!
Lia minha flor, daqui a alguns anos, quando você já estiver lendo tudo isso (espero que você ache esse blog legal) quero que você saiba que:
1. A Fada da chupeta não existe. Fui eu e o papai que compramos o hamster a pilha.
2. Precisava ser tão bocuda e falar que já tinha combinado tudo com a fada?! Tentei amenizar pro seu lado, mas você deu uma de super resolvida.... Beleza então.
3. Me corta o coração (e as vezes me escapa uma lagriminha) ver você dormindo, fazendo biquinho e chupando uma chupeta imaginária.
4. Chega muito perto do meu limite suportar a sua irritação (de dia e de noite) sem o seu vício, mas estamos extremamente orgulhosos do seu esforço e do seu comprometimento.
5. Acabei achando a chupeta naquele mesmo dia mais tarde, atrás da sua cama.
6. Por que as coisas com você têm que ser tudo no susto? Desde o parto tem sido assim...
Estamos há 10 noites sem chupeta. E alguns dias são piores que os outros.
Uns dez dias da tal da carta dormindo embaixo do travesseiro, uma bela manhã a Lia vem me acordar às 6 hs falando que não achava a chupeta na cama dela. Procura daqui, procura dali e nada de achar a única chupeta restante. E dormiu mais um pouquinho sem ela.
Mais tarde, na mesma manhã, continuamos as buscas, mas sem sucesso. E eu disse que a Fada não podia ter levado a chupeta embora porque:
1. a carta continuava embaixo do travesseiro
2. não tinha presente nenhum para a Lia
3. a Fada não leva a chupeta embora se a criança não combinar com ela antes.
Então devíamos continuar procurando. E a Lia:
- Ah! Mas eu falei pra ela que podia levar a chupeta! Eu combinei com ela!
- Mas você não falou nada pra gente que você tinha combinado com ela, Lia!
- Ah! Mas eu combinei com ela...
- Então ela levou mesmo! E pode esperar que amanhã ela vai trazer um presente pra você! Que legal que você combinou isso com ela!
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| Em um momento Vermeer - Moça com Brinco de Pérola. |
Lia minha flor, daqui a alguns anos, quando você já estiver lendo tudo isso (espero que você ache esse blog legal) quero que você saiba que:
1. A Fada da chupeta não existe. Fui eu e o papai que compramos o hamster a pilha.
2. Precisava ser tão bocuda e falar que já tinha combinado tudo com a fada?! Tentei amenizar pro seu lado, mas você deu uma de super resolvida.... Beleza então.
3. Me corta o coração (e as vezes me escapa uma lagriminha) ver você dormindo, fazendo biquinho e chupando uma chupeta imaginária.
4. Chega muito perto do meu limite suportar a sua irritação (de dia e de noite) sem o seu vício, mas estamos extremamente orgulhosos do seu esforço e do seu comprometimento.
5. Acabei achando a chupeta naquele mesmo dia mais tarde, atrás da sua cama.
6. Por que as coisas com você têm que ser tudo no susto? Desde o parto tem sido assim...
Estamos há 10 noites sem chupeta. E alguns dias são piores que os outros.
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